Sarah Oliveira

Sou Sarah Oliveira, brasileira, blogueira, modelo, cantora, tenho 21 anos e estudo Marketing. Por eu ser uma mulher negra, desde muito cedo, senti falta de representatividade de mulheres com meu fenótipo na mídia do Brasil. Sendo assim, percebi que isso afeta nossa autoestima e todas as nossas relações importantes da vida.

Sarah Oliveira

Guilherme Benoni

O sentimento de pertencimento, e reconhecimento definitivamente são os maiores desafios para um afro-brasileiro. Vivendo em um país onde mais da metade da população é negra, pareço até estar sendo irônico ao dizer que passamos a vida inteira nos sentindo minoria. Não nos vemos na televisão, não nos vemos nas revistas e jornais, e nem em carreiras profissionais de prestígio.

Guilherme Benoni

Flaviane Teles de Souza

È uma honra vê a cultura africana sendo exaltada; assim ajuda na luta contra preconceitos ainda que depois de tantas conquistas esteja presente na vida dos que carregam traços dessa cultura tão forte e viva. Representar minha cidade como miss em 2015 deu-me a chance de ver como ainda não é comum a coragem para assumir as suas características de afrodescendentes. Esses movimentos ajudam a dar coragem aos que temem esses preconceitos. 

Flaviane Teles de Souza

Essence.com feature of Black in Brazil!

Hello and Happy August!

Last week I had the pleasure of discussing my project with Natasha Hatendi, assistant photo editor at Essence.com. She reached out to me because they were working on a feature celebrating Afro-Brazilian women and asked to use my work as part of that feature.

Essence.com feature of Black in Brazil!

Bruna Teixeira

Sou negra?

Quando era adolescente fui a uma agência de modelo que uma amiga havia me convencido a ir, então realizamos todo aquele processo, tiramos fotos, desfilamos e no momento de preencher a ficha a mulher que atendia colocou minha cor como “morena bronzeada”. 

Bruna Teixeira

Larissa Neves

Minha infância e adolescência não foram muito diferentes de muitas meninas negras: Sempre fui muito zoada por ter o cabelo e cor de pele que tenho. Na escola, por exemplo, eu lembro de um episódio (dentre vários outros) em que um amiguinho de turma me chamou de "palito queimado" e "cabelo de bombril".

Larissa Neves

Kharen Vasconcelos Andrade

Eu sou filha de pai negro com mãe branca. Meu pai nunca se reconheceu como negro e minha mãe acredita ser negra por descendencia. Desde pequena cresci com a ideia de que ser negra não era bom, sendo assim embranquecida pela sociedade que tanto dita regras. Há alguns anos atrás meu cabelo era ruim, bombril, vassoura de bruxa.

Kharen Vasconcelos Andrade